Detox

Coligação Progressista, Ano 1

Comments (3)
  1. Ernesto Ranito says:

    Fico com a convicção de que não vivo em Portugal, nem sou PORTUGUÊS. Não faço distinções de quem trabalha, seja onde fôr, no sector privado ou na função pública, desde que cada um faça o que sabe, bem, e seja dedicado e pontual. Mas discordo, em absoluto em 2 pontos que acho fundamentais. O sector público trabalha 35 horas semanais e o privado, “apenas” 40. E quando se faz o cálculo para a reforma, reparo haver uma diferença, mais ingrata ainda. Para o sector público, um trabalhador pode pedir a reforma com 35 anos de serviço e a sua reforma, baseia-se na média do vencimento dos últimos 6 MESES DE TRABALHO. Para o sector privado, a reforma baseia-se em 41 anos de descontos e o seu cálculo é feito sobre a médIa DOS MELHORES 10 DOS ÚLTIMOS 15 ANOS. Acham que está certo? É, ou não é uma divisão do povo português? E depois, quando vamos a uma repartição pública e se faz um protesto porque se vê que há funcionários a cirandar de um lado para o outro, sem nada fazer, ainda olham para quem protesta e fazem um ar muito zangado como se estivessem cheios de razão. Já vi isto várias vezes e ninguém me consegue tirar a razão nem negar o que já vi.

    1. Ricardo Gonçalves says:

      Não é assim, por exemplo na Banca e Seguros o horário estabelecido nos Acordos Colectivos é das 35h, bem como noutras empresas privadas.
      Como tal a sua comparação está errada quando divide público / privado.
      Quanto às reformas parte novamente de uma ideia errada. Por exemplo, no privado (segurança social) “um ano de serviço” é feito com apenas 120 dias de descontos, coisa que não acontece na FP. E essa dos 6 meses é simplemente inventada!
      Tem aqui dados sobre o assunto: http://resistir.info/e_rosa/ss_cga_02mai15.html

  2. camilo só o de oliveira says:

    o ernesto não vive em portugal, nem sequer no mundo real. vive nesse mundo inventado da PaF.

    35 horas é mais que justo. há que lutar por elas também no sector privado.

    quanto mais horas se trabalhar no sector público, último reduto do trabalho com um mínimo de direitos, mais se trabalharão no privado. se o sector público ficasse muito tempo nas 40, rapidamente os patrões do privado iam querer 45, seduzindo os funcionarios com meia duzia de euros.

    e nao, não é por se trabalhar 35 horas que a produtividade do pais baixa. ha muitos paises onde se trabalham 30 a 33 horas e ela nao baixou.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Geringonça

© Geringonça 2016