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Carlos Moedas: “É um mito que a geringonça tenha assustado a Europa”

cmoed
Comments (2)
  1. José António Janeiro says:

    Este, se fosse um tipo “decente”, já tinha renunciado ao cargo para que foi nomeado. E, na minha modesta opinião, é ele próprio que “fornece o argumento” para a sua própria renúncia ao dizer que “a atual Comissão tem uma visão política e não tecnocrática dessas regras e por isso é que foi decidido recentemente anular as sanções a Portugal”. Ora se a sua presença na Comissão fosse justificada pela sua competência pessoal e profissional, talvez não houvesse razão para a sua renúncia (mas mesmo assim tenho dúvidas, pois não lhe reconheço um elevado grau de competência); Mas se, ao invés, o seu cargo implica um exercício “político”, deverá entender-se que ele já não representa a opção maioritária dos portugueses, pelo que a sua renúncia é uma exigência e urge ser concretizada.
    De facto, a ser verdade que ele disse (e digo isto porque ainda não li a entrevista publicada), isto é, se a Comissão não se isenta de fazer uma leitura política nos casos de incumprimento (e, consequentemente, não se isenta de fazer uma leitura política de todos os problemas dos Países da União) podemos constatar que a maioria dos portugueses deixaram de ter voz naquele órgão comunitário porque o Sr. Carlos Moedas defende precisamente um caminho diferente do que a maioria quer que seja seguido por Portugal.
    Dir-me-ão que o cargo não é de representação nacional e que o seu exercício deve ser supranacional; a isso respondo que tal “postura” poderia ser a que foi idealizada para o cargo, mas na prática acontece precisamente o contrário, ainda que mascarado com muito cinismo e hipocrisia.

    1. Miguel says:

      Os políticos só são levados a demitir-se nas democracias… nesta União “Soviética” Europeia, não há democracia, logo, porque raio haviam de se demitir?

      Está na hora de se fundar um “Tea Party” em todos os países da UE, não aquela coisa em que se tornou a fação de fanáticos do partido Republicano, mas um partido revolucionário a sério e que honra a história da luta “No taxation without representation!” contra o império bri´tânico, só que neste caso, contra a ditadura em que a UE, e em especial a Zona €uro, se tornou.

      Faz algum sentido receber ordens do BCE e ainda por cima termos de pagar para cumprir essas ordens? Isto é tão ridículo como a propaganda do Trump onde promete fazer um muro e mandar a conta aos mexicanos… no entanto, aqui, na parvónia, a maioria das pessoas acha isto normal…

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