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Viagem ao passado

Luís Marques Mendes leva-nos numa viagem pelas (suas) incoerências em torno do sigilo bancário.

Comments (1)
  1. puches says:

    Pois, interrogamo-nos todos como chegou este estimável senhor a Conselheiro de Estado.

    Imagino que o enquadramento mental do Conselheiro, naquela altura, fosse:
    Offshores para os muito ricos que são a classe média;
    Tratamento VIP por parte da Administração Pública para os que são ricos/moderadamente ricos/quase ricos que são a classe média;
    Máxima atenção para os que são da classe média e que são da classe média;
    De resto, os pobres que são da classe média, mas são preguiçosos, não é preciso dar muita atenção, mas nunca se sabe.

    Entretanto, o Panama Papers, o dinheiro numa conta para pagar comissões de algo que foi ao fundo, uma notícia marota aqui e acolá sobre uma tal de lista VIP, e os dois primeiros critérios fundem-se no terceiro, o que é inadmissível, pelo que, temos que repensar a coisa, que isto de ser comentador é muito recompensador (em termos intelectuais, claro está), já para não falar da importância de se estar num Conselho de Estado (como é que vim cá parar?).

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