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O caso particular do caso particular

Comments (7)
  1. Francisco José de Sousa Bexiga says:

    De facto não há dispositivos que respondam a fenómenos dessa magnitude. No entanto existem coisas a fazer, e nenhuma delas tem sido feita. Nenhuma.

    99,9% dos fogos são de origem criminosa, quer seja por dolo, quer seja por descuido. E embora eu seja apoiante deste Governo, nem tudo o que é possível tem sido feito, e não serve com desculpa o anterior. A omissão de auxilio também é crime, e neste momento as forças armadas deveriam estar a ajudar no combate e prevenção do fogo florestal. As possibilidades são imensas, a vontade pouca.

    Bem haja.

  2. puches says:

    Do que se fala exatamente quando se fala de “terrorismo organizado” (Presidente da Liga dos Bombeiros)?
    Talvez se possa começar por aí.

    Já agora, para quem saiba responder, Itália, Espanha, Marrocos e Rússia enviaram ajuda. Algo não bate certo nesta sequência de países.

  3. Abraham Chevrollet says:

    Todos sabem a diferença entre clima Atlântico e clima Continental,sem esquecer o Mediterrânico. As diferenças explicam regime de fogos diferentes. Matéria para especialista que não sou,mas leio muita coisa que só pode ter sido escrita por jornalistas (MEC dixit) preconceituosos e burros.

  4. jorge oliveira says:

    Acabe-se com as inagens na televisão entre junho e setembro durante dois anos para ver o que acontece.

  5. Carlos de Sá says:

    Os criminosos aproveitam a oportunidade que a “eucalipto-pinheirização” da floresta portuguesa proporciona, quer pela facilidade com que as espécies ardem, quer pelo imenso restolho que produzem e que, pelas razões já sobejamente conhecidas, não é limpo. Conheço áreas (poucas e muito pequenas) de florestação tradicional onde o fogo não chegou nos últimos 30 anos, apesar de ter andado nas cercanias.

  6. Gonçalo Aguiar says:

    Os dados do primeiro gráfico têm de ser ponderados pela área florestal total de cada país e não pela área do país. Portugal sendo um país com pouca área florestal, comparando com a França, penso que a figura ainda é capaz de ficar mais negra… Literalmente.

    Em relação ao segundo ´gráfico, devia ser apresentado os picos de 2003 e 2005. Ou outros anos relevantes.

  7. Gonçalo Aguiar says:

    Já agora outro “remark”.
    A área ardida por incêndio em Portugal é superior porque temos mais vento do que esses países com que estão a comparar. Devia ser apresentado o número de incêndios com área ardida superior a X por quilómetro quadrado de área florestal do país. X é a área ardida quem se considera já um incêndio, para evitar que pequenos incêndios adulterem a estatística.

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