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Mar de gente enche ruas de Lisboa em defesa da Escola Pública

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Comments (7)
  1. Paulo Jorge Pires says:

    A maior treta a que já assisti nos últimos anos. É o Carnaval que desce à rua. Defesa da escola pública? Mas porquê, por acaso a escola pública está em perigo? E é por causa de “meia-dúzia” de colégios com contratos de associação? Mas a quem é que querem chamar estúpidos? Por acaso alguém com dois dedos de testa acredita que esta manifestação é algo mais do que um show-off dos partidos e organizações à esquerda do PS para marcarem agenda? Apareceram os do costume, de resto receberam o desprezo que merecem. Um gajo já está habituado à demagogia e à hipocrisia, mas, porra, contenham-se na dose, o povo não é camelo,

    1. André says:

      És mesmo burro.

      Ainda bem que fizeram o 25 de Abril, para que idiotas como tu não possam fazer mais senão ladrar. Viva a liberdade de expressão, viva a liberdade que cada um de nós conquistou para manifestarmo-nos de forma pacífica, como aconteceu.

      1. Nuno Lopes says:

        És mesmo inteligente. Estou impressionado. Já educação é notório que não tens nenhuma.

      2. Ricardo Gonçalves says:

        O povo, a esmagadora maioria do povo está contra os contratos associação, 80% segundo esta sondagem: http://www.cmjornal.xl.pt/multimedia/graficos/detalhe/portugueses_com_costa_nos_contratos_de_associacao.html

        Até o PSD e o CDS tiveram que se refrear no seu apoio à coisa chupista amarela…

  2. Elsa says:

    Já que se deram ao trabalho de publicar depoimentos dos partidos, porque razão a exclusão do PCP e do PEV – por acaso até representados e referidos na notícia?
    Até gostei do vídeo mas a discriminação é evidente.
    Assim não vamos a lado nenhum…

    1. Maria João Pires says:

      Como uma das pessoas que esteve lá a fazer esta recolha, passo a explicar. Fizemos a recolha de depoimentos em condições muito complicadas, com um telemóvel e abordando as pessoas quando o som ambiente baixava, o que quase nunca aconteceu. Alguns dos abordados foram-no antes da manifestação começar. Saímos do Marquês depois de toda a gente e só conseguimos vislumbrar deputados do PC e dos Verdes quando chegámos ao princípio da marcha e era impossível, nesse momento, ouvir o que quer que fosse. Pensámos que o conseguiríamos fazer no Rossio mas, de novo, o som do palco foi impeditivo. Quando, finalmente, começámos a conseguir abordar pessoas, e usando como critério a proximidade física em relação a nós, a manifestação começou a desmobilizar e desapareceram as pessoas que tínhamos visto e programado abordar. Ficámos desolados por isso, garanto-lhe, porque este espaço sempre procurou, e continua a procurar, ser abrangente.

  3. Paulo Tojeira says:

    “A malta do PCP está na clandestinidade.” As cores todas que se defendem (e bem), não encontraram ninguém do PCP para entrevistar…

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