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Perante ausência de apoio popular, direita deixa cair tema dos colégios

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Comments (3)
  1. Efeeme says:

    Não tenho assim tanta certeza na demarcação do presidente.
    Não foi isso que os mamões afirmaram após a reunião que tiveram com ele.
    Todos sabemos que o marcelista é um chico-esperto profissional.
    Quanto à luta dos estivadores, também não tenho a certeza que o primeiro-ministro não vá vacilar.
    A sua hesitação face ao problema, não deve ter descansado os trabalhadores e não augura coisa boa.
    Oxalá me engane.

  2. Fernando Simões says:

    A direita não tinha outra alternativa, uma vez que, comprovadamente, a maioria dos contratos violam o disposto na lei e depois há também o despacho, nesse sentido do procurador.
    Quanto ao presidente, neste caso, tomou posições ambíguas e que não perspetivam nada de bom quanto a atuações futuras.
    O Presidente, enquanto garante do cumprimento da constituição e da salvaguarda do primado da lei, num Estado que se quer de direito, se quer manter a imagem de presidente de todos os portugueses, só pode ter uma posição: apoiar o governo na adoção de medidas que visem repor a legalidade da maioria dos referidos contratos, que, ao não cumprirem a lei, só podem ter sido assinados por políticos corruptos. Por último fica uma questão: Sr. Presidente: de que lado da barricada está? No apoio ou no combate à corrupção?

  3. Ricardo Gonçalves says:

    Bateram em retirada…

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