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Colégios acusados de coagir crianças a escrever cartas a políticos

hpotter
Comments (21)
  1. ricardo cordeiro says:

    Quando a razão não tem força…dá-se com a força para ter razão.

    1. Mariana says:

      leia as contas que publiquei em baixo com numeros tirados de fontes oficiais e depois falamos. A verdade doi tanto!

  2. Paulo Pinto says:

    Hoje, ao ver nos noticiários as “100 mil cartas” que “alunos, pais e professores escreveram”, segundo diziam os pivots das estações de televisão, fiquei logo com essa presente: só com medo, coação, “tpc” ou “trabalho em aula” se conseguiria tal coisa. Imagino o discurso intimidatório subjacente.

    1. manuel says:

      Paulo Pinto.
      E certamente terá imagimado o Pai Natal a levar as cartas

      1. Ricardo says:

        eu fui um dos que acabou por escrever essas cartas. De facto , pediram-nos que escrevessemos a carta mas a realidade é que ninguem foi obrigado ou coagido, e quem decidiu nao escrever nao sofreu qualquer penalizaçao, pelo menos na na escola onde estudo. Eu escrevi carta de livre vontade dando a minha opiniao sobre o assunto , mas sei que muitos escreveram “so por escrever”. De qlqr maneira , o objetivo das cartas era chamar a atençao para um assunto importante da atualidade , e esse objetivo foi cumprido visto que nao se fala de outra coisa ultimamente.

  3. António says:

    Para terem todo este trabalho, a coisa deve dar muito dinheiro.
    Não só às escolas, como também aos pais das criancinhas que, tendo dinheiro e vontade em mantê-las naqueles colégios, sempre vão poupando para o Porsche ou Mercedes, pagos por todos nós, claro.

  4. Isabel Vasconcelos says:

    Muitos desses colégios mantêm professores em situações ilegais, obrigando-os a trabalhar mais horas que o permitido por lei, incluindo tarefas que não se enquadram no seu trabalho docente e pagando-lhes abaixo da tabela (imaginem o que seria se isso se passasse na Escola Pública!). Não me espanto que Direcções dos colégios tivessem coagido os alunos a escrever cartas a políticos (imaginem o que seria se isso se passasse na Escola Pública!). Digamos que vai na mesma linha – de ilegalidade em ilegalidade em prol do direito dos pais a escolherem a escola dos filhos. Mesmo que isso saia do bolso dos seus concidadãos.

    1. Ana says:

      Claro que sim

    2. manuel says:

      Cidadã Isabel.
      É crime saber das ilegalidades e não as denunciar. Cumpra o seu dever

  5. manuel says:

    Sim. Confirmo. Os professores entravam na sala de arma em punho e diziam ou escrevem ou chamo o BE e o Mario Nogueira e eles comem-vos a todos uuuuuuuuuuuuu
    Tornei a vossa história veridica?os jornais de Salazar também funcionavam assim e depois vinham os fascistas com comentários mais ou menos idiotas e intoleranres. Outros tempos, pensava eu

    1. Francisco says:

      Oh! Tadinho, vais ficar sem guito?

    2. Mariana says:

      Bem respondido 🙂

  6. EVELYN says:

    WOW O sangue perverso e pôdre deste lobby perverso e parasita do Estado transborda na sua própria incompetência.
    100 mil cartas entregues à Ar e ao PR o que revela bem que os parasitas do Estados, os tais actores do ensino privado querem viver nas mordomias com o dinheiro público em prol do empobrecimento do ensino público.

    O Governo tem matéria jurídica para anular de imediato todos os contractos feitos com estes parasitas.
    Um colégio privado tem que aprender a ser profissional logo autónomo e não dependente do Estado.

  7. L.vaz says:

    Tudo com o patrocínio da Padralhada, Bispalhada uma vez que a maioria destas escolas têm uma fachada católica!

    1. manuel says:

      E os idiotas dos pais escolhem as da padralhada… Não sabem mesmo o que é melhor para os filhos. Ainda bem que existem iluminados como o Luz Vaz para os por no reto caminho

  8. Ana says:

    Isto é a vergonha total, claro que tudo isto é um negócio, e só acho graça alguns pais dizerem que têm o direito de colocar os filhos onde quiserem, pois então se querem ensino privado paguem sem ajuda do estado, porque no fundo estamos todos a contribuir para isto.

    1. Manuel says:

      Já pago Ana. Os meus impostos pagam até a Parque Escolar. Já ouviu falar? Aquele da festa, que custa ao contribuinte 2,5 euros por m2/mês. Dinheirinho para o BES e para o Carlos, amigo que paga tudo ao mentor da festa

  9. Mariana says:

    LOL boa foto. Mas alguem acredita mesmo que os alunos, sim os mesmos que adoram as suas escolas, foram coagidos? E mais, alguem acredita mesmo que os professores iriam perder tempo letivo com isso? Enfim…. felizmente os numeros falam a verdade 🙂
    Para quem ainda nao consultou o orçamento de estado e acredita na seita da fenprof, aqui ficam:
    1) Em 2010, os Contratos de Associação custaram aos contribuintes portugueses (dados do Orçamento), 237,4 milhões de euros. Nesse mesmo ano, o Orçamento para a restante educação custou 6 904,9 milhões de euros.
    2) Em 2016, os contratos ficam em 139 milhões de euros e os restantes gastos do Ministério, em 5 786,3 milhões de euros.
    Perante estes dados (facilmente confirmáveis na net), fica claro o ajustamento feito e que, no caso dos Contratos, foi na ordem dos 41%, sendo nas restantes despesas do Ministério, de 16%.
    3) Com estes dados, esta claro que não houve a tal hipotética expansão dos contratos (e do aumento dos seus custos) em prejuízo da escola estatal.
    4) Esta redução de custos, fez-se, em parte, à conta dos profissionais que aí trabalham (e dos que entretanto ficaram desempregados), através do aumento do horário de trabalho com o mesmo ordenado (novo CCT), de despedimentos de educadores docentes e não docentes e de um controlo mais apertado de outros gastos. Houve, também, uma diminuição acentuada do número de turmas em Contrato. O sector ajustou-se!
    5) Quanto ao custo por aluno, os últimos valores conhecidos para a Escola Estatal datam de 2010, e dado o exposto acima, pode calcular-se que tenha havido uma redução, mas nunca para valores como os que foram anunciados pela Sra. Secretária de Estado..
    A seguir, demonstrar-se-á por que motivos os valores apontados não são verdadeiros.
    6) No seguinte link do Conselho Nacional de Educação (http://www.cnedu.pt/…/estudo_organizacao_escolar-as_turmas_…),
    insuspeito, com toda a certeza, pode-se verificar o número de turmas em funcionamento neste ano letivo, num total de 26 864 (2.º e 3.º ciclos e ensino secundário), com um número médio de 22 alunos por turma.
    7) Consulte-se, agora, o Orçamento de Estado para este ano no link (http://l.facebook.com/l.php…).
    Apesar do ano letivo incluir 4 meses do orçamento anterior, não se andará longe dos números corretos. Pode-se verificar aí que a dotação orçamental para 2016 (2.º, 3.º Ciclo e Secundário) atinge os 2 843 643 861,00 €. Ora, dividindo este valor pelo total de turmas (26 864), obter-se-á 105 853,33 € por turma, o que, a uma média de 22 alunos por turma (cf. texto do CNE), dá 4 811,52€ por aluno.
    8) Faça-se agora o seguinte: multiplique-se os 80.500€ de cada turma em Contrato de Associação por 26 864 turmas e o resultado é…. 2 162 552 000€, ou seja, menos 681 091 861€.
    9) Mas isto não acaba aqui, uma vez que fora destes custos estão despesas como o pagamento aos profissionais que trabalham nos Gabinetes de Psicologia e Orientação das Escolas estatais (9,6 milhões de €), Desporto Escolar (6,5 milhões de €), Educação Especial (201,9 milhões de €), Rede de Bibliotecas Escolares (1,25 milhões de €), as despesas de funcionamento e manutenção dos edifícios, as rendas da Parque Escolar, algum do pessoal auxiliar, etc, etc.. (cfr Orçamento de Estado de 2016, em link anterior). Gastos estes, que são pagos extra às escolas públicas mas que, nas escolas com contratos de associação devem ser maioritariamente suportados pelos 80.500€ por turma.
    10) De propósito, ficaram de fora os dados referentes ao 1.º ciclo (algumas das verbas acima, são também para o 1.º ciclo), como facilmente se percebe, por terem um custo mais reduzido devido à monodocência e por não haver turmas dessas em Contrato de Associação que sirvam de comparação.

    E agora ha?
    PS: sou ex aluna e ninguem me coagiu!

    1. Ricardo says:

      Ohhh por favor…
      Com essas contas à merceeiro é suposto convencer que se gasta mais dinheiro público na escola pública que nos privados??
      Esta é uma situação ridícula e o facto de haver pessoas que ainda a defendem, que tentam abolir a escola pública para financiar um ensino privado, que em Portugal está mais que provado que é altamente tendencioso e muito abaixo dos padrões mínimos de qualidade, só me faz perder cada vez mais esperança na sociedade portuguesa. É que não há qualquer subjetividade aqui: é preto no branco! É optarmos entre proporcionar educação A TODA A POPULAÇÃO, independente da proveniência dos pais, ou de continuarmos a aprofundar o fosso social criado pelos últimos 4 de desgoverno direitista.
      É óbvio que se gaste mais dinheiro na escola pública que a financiar a escola privada pois o custo por aluno no público é inteiramente pago pelo estado enquanto que na escola privada grande parte do financiamento vem das mensalidades pagas. Apples and Oranges. Mas mesmo essas contas feitas à pressa tresandam a demagogia direita pois é muita palha e pouco sumo. Mas quando questiona o orçamento para Educação Especial, Rede de Bibliotecas, etc… coisas que obviamente são de evitar no ensino privado, cai a máscara e o argumento desfaz-se.
      O fim destes contratos de associação é talvez uma das medidas mas claras tomadas no sentido de cortar as “gorduras” do estado nos últimos 5 anos. Sim, porque uma das bandeiras de campanha do seu amigo Coelho era exatamente esta e no final não só não cortou com as gorduras como passou 4 anos a alimentar o estado com colheradas de banha como esta. E falando no Coelho, se há provas que o ensino privado em Portugal é mauzinho, é esse personagem. Só mesmo nas Lusófonas deste país é que um mongo desses podia parasitar até chegar a primeiro ministro.
      Os contratos de associação são o maior selo hipócrita da direita portuguesa. Para quem se orgulha de retirar ao Estado a maior parte das responsabilidades, confiando cegamente nessa entidade amoral que são os “mercados”, estão a chorar demasiado agora que o Estado está a fazer exatamente aquilo que eles apregoam. Querem ser privados? Então vão chorar para o lado dos mercados e deixem o dinheiro dos meus impostos em paz.

  10. António says:

    Confirmo que realmente deve dar muito dinheiro a este pessoal.
    Deve vir por aí um impeachement ou coisa perigosa que com estes meninos não se brinca.
    Há 5 anos meteram bonecos de crianças em caixões. Desta vez, coagiram as crianças a escrever cartas.
    Os Marques Mendes e quejandos da nossa comunicação social mentem o melhor que podem (não deve ser barato, digo eu). Até o Vera jardim na Renascença (claro) diz disparates.

    1. Manuel says:

      António, António, é feio não respeitar a opinião dos outros e pior ainda não deixar os que pensam diferente falar. Isso é próprio dos regimes totalitários onde as escolas são todas estatais. Mas, como pode ver, começa-se por contestar que os pais possam escolher o que acham melhor para os seus filhos ( a não ser que sejam ricos). O senhor já está a ameaçar outras liberdades. E quanto ao “impeachement” é melhor não ir por aí “Meu QUERIDO”. É que depois vem à baila a riqueza do operário Lula e do seu filho, e o amigo Carlos da Parque Escolar que dava dinheiro emprestado a um engenheiro…Caminhos tortuosos, não lhe parece? E já agora faça aí uma conta. Há um sindicalista que chama arruaceiros aos que se manifestam diferente do que ele pensa. Esse senhor é sindicalista há décadas. O seu salário sai do orçamento da educação(tanto quanto sei). Já pensou quanto é que ele custou ao erário público? E a troco de quê? Julgo saber que qualquer sindicalista metalúrgico, por exemplo, é pago com as quotas dos sindicalizados. Não pela empresa onde trabalha ou pelo orçamento de Estado. Porquê então esta mordomia?

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